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domingo, 4 de setembro de 2011

O Poder das Palavras

Sempre num lugar por onde passavam muitas pessoas, um mendigo sentava-se na calçada e ao lado colocava uma placa com os dizeres:
"Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado."
Alguns passantes o olhavam intrigados, outros o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro.
Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior.
Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse:
"Você é muito criativo! Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?"
"Vamos lá. Só tenho a ganhar!", respondeu o mendigo.
Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa.
Daí para frente sua vida foi uma sequência de sucessos e a certo tempo ele tornou-se um dos sócios majoritários.
Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu de como conseguira sair da mendicância para tão alta posição.
Contou ele:
- Bem, houve época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia: "Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados ! Mal consigo sobreviver!"
As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que dizia: "Tudo que você fala a seu respeito vai se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja você , diga a si mesmo e aos outros que você é próspero."
Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a perder, decidi trocar os dizeres da placa para:
"Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado."
E a partir desse dia tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje. Tive apenas que entender o Poder das Palavras. O Universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade. Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materias são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará. Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças.
Uma repórter, ironicamente, questionou:
- O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?
Respondeu o homem, cheio de bom humor: "Claro que não, minha ingênua amiga! Primeiro eu tive que acreditar nelas! " 

sábado, 3 de setembro de 2011

JULGANDO AS PESSOAS


Uma senhora ia fazer uma viagem de avião e, no caminho da sala de embarque, resolveu comprar uma revista e um pacote de biscoitos.

Já na sala, sentou-se numa poltrona para descansar e ler um pouco enquanto o vôo não era chamado.
Ao Lado dela, sentou-se um homen e, quando ela pegou o primeiro biscoito, ele também pegou um. A senhora sentiu-se ultrajada, mas não disse nada e apenas pensou: “Que sujeito abusado e atrevido”.

A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um e a senhora ia ficando tão irada que não conseguia reagir, e seu rosto crispado deixava á mostra toda a sua revolta com aquele homem.

Restava apenas um biscoito e ela pensou: “O que esse cara vai fazer agora”?

E então o homem pegou o biscoito e partiu-o ao meio deixando a outra metade para ela. Ela não suportando mais aquela situação, fechou a revista com fúria, pegou sua bolsa e dirigiu-se ao embarque.

Já dentro do avião, ela sentou-se á sua poltrona e, para sua supresa, seu pacote de biscoitos estava inctacto em sua bolsa. A vergonha e sentimento de culpa vieram á tona no vermelho da sua face e não havia mais como se desculpar.

O homem havia dividido os biscoitos dele sem se sentir revoltado ou indignado enquanto ela bufava de ódio por julgar errada a situação.

Jamais devemos fazer julgamento de coisas ou pessoas, pois corremos o risco de julgá-las conforme nossas tendências, sempre próprias e parciais. 

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

SER HONESTO OU NÃO ?

a alguns meses atrás os noticiários deu como nota as seguintes noticia :
homem encontra maleta com 20mil reais em aero porto e devolve para o dono .

mulher é encontrada morta em seu apartamento após brigar com seu namorado .

bom aqui temos um tipos de noticia um muito comum principalmente em nosso pais , e outra nem tanto 
as vezes nos deparamos com casos honestos e ficamos felizes , não porque a pessoa fez o bem e sim porque é cada vez mais raro ver esse tipo de noticia . 

hoje em dia não ficamos mais supressos ao ver uma noticia dessas como a da aquela mulher no inicio do testo , bom serar que nos estamos começando a acostumar com as coisas erradas que nem ligamos mais . 

deus quando se deparo com algo bem parecido a muito tempo a traz ele resolvel destruir a humanidade , as pessoas matavam umas as outras , roubavam , se prostituíam etc...

hoje em dia o mundo já esta indo pelo mesmo caminho de novo , muitos acreditam que por esse motivo o mundo mais uma vez deve estar próximo do fim , o que muitos estudiosos o chamam de "O APOCALIPSE" os estudiosos deram esse nome porque nesse pequeno e ultimo livro da bíblia diz que o fim dos tempos será  como agora .
e você o que acha sobre isso ?


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A ARTE... DE JULGAR OS OUTROS

Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. E os pais desta família compraram um filhote de pastor alemão.

Então começa uma conversa entre os dois vizinhos:
- Ele vai comer o meu coelho!
- De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos e 'pegar' amizade!!!

E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais.

Eis que o dono do coelho foi viajar no fim de semana com a família. E não levaram o coelho. No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche tranquilamente, quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra e morto. O cão levou uma tremenda surra! Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo.

Dizia o homem:
- O vizinho estava certo. Só podia dar nisso!

Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?!
Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.

- Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha. E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo. Parecia vivo, diziam as crianças.

Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças.
- Descobriram!

Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi?! Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?!
- Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora ele reapareceu!

A história termina aqui. O que aconteceu depois fica para a imaginação de cada um de nós. Mas o grande personagem desta história, sem dúvida alguma, é o cachorro. 

Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre seu amigo coelho morto e enterrado. 

O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando que o fizessem ressuscitar.

E o ser humano continua julgando os outros...

A outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.

Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?

Histórias como essa, são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos.

Às vezes, fazemos o mesmo...

A vida tem quatro sentidos: amar, sofrer, lutar e vencer.
Então: AME muito, SOFRA pouco, LUTE bastante e VENÇA sempre!!!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Deixe a raiva secar


Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas .
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
‘Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
‘Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro.Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha.
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
‘Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei.
Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.’
‘Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.’
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.
Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar…

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Ser Feliz ou Ter Razão?

Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam’



Oito da noite, numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita…
Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz
o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.
Ele questiona: – Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, por que não insistiu um pouco mais?
Ela diz: – Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz!!! Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
MORAL DA HISTÓRIA:
Quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.
Tenho me perguntado com mais frequência: ‘Quero ser feliz ou ter razão?’

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

DIANTE DE DEUS


Chega um momento na vida em que é necessário falar com Deus. Mas, ai, o guichê de Deus recém tinha atendido a ficha 98 e seu número era o 317. Ele aguardou, ouvindo os cambistas gritarem números menores. Pagou caro pelo 119. Quando chegou sua vez, pensava que veria toda sua vida passar num átimo por seus olhos, porém viu apenas um padre. Este deu-lhe um comprimido e indicou-lhe a sala ao lado. O homem, desconfiado, não engoliu a pílula vermelha, mas dirigiu-se à sala. Havia dezenas de pessoas nos bancos, enquanto atendentes caminhavam entre elas analisando quem já era alma e quem não era ainda. As almas eram levadas para uma porta branca, as ainda não-almas causavam-lhe um misto de dó e repugnância; ficavam ali, aguardando seu momento. Sentiu medo. Como sairia? Deveria tomar a pílula? Fingiu-se de drogado. Quando uma mulher de preto e lenço na cabeça passou à sua frente, ouviu-a dizer Esse ainda demora um pouco e a resposta de outra: É. Ele tinha certo talento para meter-se em confusões, mas aquilo talvez fosse demasiado. A sala começava a ficar vazia e os avaliadores sempre emitiam a opinião de que ele iria demorar mais um pouco. Minutos depois, sentiu pegarem seu braço, abriu os olhos e viu um padre preparando certamente a injeção letal, aquela para evitar o serão. O padre assustou-se quando ele disse Eu não deveria estar aqui. Como resposta, o representante de Deus leu o prontuário: Falar com Deus, uma vida mixuruca como a sua?, só tomando o remédio. Ele explica que quer sair, mas o padre diz-lhe que o único caminho é o da porta branca, que sua repartição funciona como o tempo, só tem um sentido. Reforçam a segurança. Vê um guarda magro, narigudo e de faces chupadas postar-se bem na frente da porta de entrada a fim de impedir-lhe o retorno. Na sua insígnia está escrito seu nome e a repartição à qual pertence: “K.”. O impasse está montado e o padre diz-lhe com voz sedutora, Eu poderia lhe dar outra ficha para o senhor voltar amanhã. Ele admite que é uma saída honrosa para ambos e aceita a nova ficha. Dirige-se ao guarda que, sem dizer palavra, aponta-lhe a porta branca num gesto peremptório. Nervoso, o homem perde o controle e grita afirmando saber que aquela saída-entrada estava destinada apenas para ele. Ouve o padre murmurar às suas costas Quanta pretensão… O homem procura acalmar-se, pois sempre soube que o bom senso e a razão podem milagres. O padre solicita que ele se dirija à porta branca e ele responde É possível, mas ainda não. Observa o efeito da frase. O padre permanece impassível; sabe-se lá se não há orgulho na expressão do guarda.